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Os satélites que servem o Brasil em 2026: Star One D2 e Amazonas Nexus

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A frota de satélites que serve o Brasil passou por uma renovação silenciosa na última década, e em 2026 dois nomes concentram a atenção dos instaladores: o Star One D2, da Embratel, e o Amazonas Nexus, da Hispamar. Entenda o que cada um entrega.

Star One D2: o cavalo de batalha dos 70°W

Lançado em 2021, o Star One D2 assumiu a posição de 70°W, tradicional reduto dos canais abertos em banda C e da TV paga em banda Ku. Com capacidade em quatro bandas, o satélite carrega a distribuição das redes de TV aberta, os feeds de emissoras e serviços corporativos.

Satélite de telecomunicações em órbita sobre o Brasil
Star One D2 e Amazonas Nexus sustentam a distribuição de TV no país.

Amazonas Nexus: banda Ka para internet

O Amazonas Nexus, lançado em 2023 para a posição de 61°W, trouxe carga útil em banda Ka de alto throughput, voltada à conectividade: aviação, navios e backhaul rural. Para o instalador de TV, o irmão mais velho Amazonas 3 segue relevante em banda Ku.

Comparativo rápido

SatélitePosiçãoFocoBandas
Star One D270°WTV aberta e DTHC, Ku, Ka, X
Amazonas 361°WTV paga e dadosKu, C
Amazonas Nexus61°WConectividade HTSKa, Ku

O que muda para o instalador

  • Em banda C, os 70°W continuam a referência para canais abertos.
  • Transponders em compressão estatística exigem receptores DVB-S2 mais novos.
  • Listas de TP mudam com a migração de canais: consulte fontes atualizadas antes do apontamento.

A tendência é clara: vídeo migra devagar para a banda Ka e para o IP, enquanto a banda C tradicional se mantém viva pela robustez contra chuva e pelo parque instalado gigantesco de antenas no interior do país.